Av. 5 de Outubro? És o Rei!
de Acromaníacos
Escapas como areia entre os dedos
Escapas como um ser viscoso
Mas atrás desse cabelo
Há um olhar tenebroso
Para a frente e para trás
Segues o teu caminho
Um destino sem fim
A agonia de estar sozinho
A indecisão cega o teu destino
É sempre um quebra-cabeças
O trauma complica dia-a-dia
A morte quer que a conheças
Tu és a rampa ingreme
De toda esta agonia
Ficas todo esfarelado
"Olhe para mim e sorria!"
Um buraco na cabeça no rabo na boca
Sua mente louca
Nenhum te vai fugir
A sensação permanece
Não vais deixar-te escapulir
Do ódio que não envelhece
É um trabalho sujo
Porco como a porca vida
Conheçe mais o sabor
Da mísera e díssipa vida
Não vais ganhar juízo
Partes sem deixar pista
Só deixas este vazio
Irreconheçivel à minha vista
É o começo do fim
D'um golpe fatal
Das mentes malignas
A sentirem o juizo final
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